segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Reeducação alimentar por método individualizado de pontos

Comentários da Nutricionista
Resultado de imagem para Reeducação alimentar por método individualizado de pontos

Partindo do princípio de individualidades, devemos destacar alguns pontos fundamentais para a elaboração do Plano Alimentar (dieta) realizado por um nutricionista:
Resultado de imagem para tabela de pontos dieta
- Sexo: É durante a adolescência que as diferenças na composição corporal entre o sexo masculino e o feminino se tornam maiores. O homem passa a produzir maior quantidade do hormônio testosterona, e assim obter um aumento considerável de massa muscular. Esse aumento de massa muscular é responsável pelo aumento do metabolismo basal, ou seja, uma maior necessidade de energia para a manutenção das funções vitais do organismo. No caso das mulheres, ocorre principalmente o aumento do hormônio estrógeno, associado ao aumento da massa gorda (deposito de gordura), principalmente na região do quadril.
- Idade: Aproximadamente a partir dos 30 anos, passamos a ter uma perda de massa muscular, o que representa um gasto de calorias por dia menor, favorecendo o ganho de peso.
- Estilo de vida: O estilo de vida interfere e muito no gasto energético diário. Uma pessoa que passa o dia trabalhando sentada, por exemplo, tem um gasto energético menor do que uma pessoa que passa o dia trabalhando em pé ou andando.
-Pratica esportiva: a necessidade energetica de praticantes de atividade física é maior do que um sedentário, mas mesmo entre praticantes de atividade física as necessidades são muito diferentes, como um simples caminhada ou corrida (onde há variações de velocidade, inclinação e tempo), uma aula de spining,  uma aula de step (com o step alto ou baixo), natação, musculação, entre outras práticas. Além disso, a mesma prática esportiva como por exemplo uma aula de step, pode variar de um indivíduo para outro dependendo da intensidade em que o exercício é realizado.
- Composição corporal: Quanto maior a quantidade de musculos, maior será a necessidade energética (metabolismo).
- Hábitos alimentares: No plano alimentar individualizado, alguns hábitos e práticas alimentares, questões culturais e preferências alimentares podem ser levados em consideração e incluídos de forma adequada (quantificada) na dieta.
Resultado de imagem para tabela de pontos dieta
- Objetivo: As razões para se procurar uma nutricionista ou somente se atentar a alimentação são diversos, entre eles está, a perda de peso, o ganho de massa muscular, o controle do colesterol, o controle da diabetes, a hipertensão, a anemia, a gestação, os motivos estéticos (ex: celulite, pele, etc.), entre outros.
Resultado de imagem para tabela de pontos dieta
Baseada em uma média (portanto uma grande variância), os produtos industrializados disponibilizam em suas embalagens as rotulagens nutricionais, com percentuais diários de carboidrato, proteína, gordura, entre outros componentes, de uma dieta de 2.000 kcal. Para alguns uma dieta de 2.000 kcal/ dia irá lhe proporcionar ganho de peso, para outros, perda de peso.
O que quero dizer com todas estas individualidades, relacionadas a sexo, idade, estilo de vida, prática esportiva, hábitos alimentares , objetivos entre outros fatores, é que cada um de nós tem uma característica, uma rotina, hábitos alimentares, gostos, disponibilidade de tempo e composição corporal diferentes, portanto, temos necessidades energéticas (calorias) diferentes.
Daí então, a importância de um plano alimentar individualizado, atendendo as necessidades de cada um de nós.
Resultado de imagem para Reeducação alimentar por método individualizado de pontos
Siga as indicacoes abaixo:
Cálculo do IMC
  Imc -índice de massa corporal-

Calculadora

Muito complicado? A editora abril criou uma calculadora onde você só precisa adicionar seus dados.
resultado
Altura........:
Peso..........:
Sexo..........:
IMC :
EXEMPLO: 
MULHER IMC: 30,06

Resultado de acordo com os critérios da NHANES II survey (National Health and Nutrition Examination Survey),
pesquisa realizada nos Estados Unidos entre 1976-1980:


Seu IMC ficou em...........................: 30,06
Você é considerada(o) uma pessoa: Acima do peso
Para sua altura, seu peso ideal deve ficar entre..: 48,29 e 65,20 kg ( está 10,80 kg acima do peso máximo ideal)

Procedimento

 30 DIAS SEGUIDO de SUCO
DETOX (TOMAR SEM AÇUCAR)

-  1 FOLHA DE COUVE
- SUCO DE  1 LIMÃO
-  1 MAÇA
-  1 LARANJA
- 1 FATIA DE ABACAXI
-  GENGIBRE  ( 1 PEDAÇO PEQUENO)
- 1 LITRO DE AGUA
TOMAR DOIS COPOS PELA MANHÃ

Objetivo:


REEDUCAÇÃO ALIMENTAR
-  REDUÇÃO DE TAXAS DE :
-COLESTEROL LDL
- TRIGLICERIDEOS
-  ACIDO ÚRICO
- MELHORIAS HEPÁTICAS
- Diminuição da retenção de líquidos
- ajuste de pressão arterial
- controle do Diabetes
- redução de peso e melhoria da qualidade de vida

Indicação geral :45 a 60 minutos de caminhada diária

Reeducação por tabela de pontos

A distribuição do cardápio deve ser feita da seguinte maneira:

Café da Manhã- 300 calorias
Lanche da Manhã- 100 calorias
Almoço- 400 calorias
Lanche da Tarde- 200 calorias
Jantar- 200 calorias

OBJETIVO: conforme a tabela até chegar a 1200 KCAL (335 PONTOS)

Exemplo de cardápio
CAFÉ DA MANHÃ
1 copo de leite desnatado com café e adoçante
1 fatia de pão integral com requeijão ou margarina light
LANCHE DA MANHÃ
1 maçã ou 1 pêra
ALMOÇO
3 colheres (sopa rasas) arroz, 1 concha pequena de feijão, 1 filé de frango grelhado, salada de alface, tomate e cenoura ralada
LANCHE DA TARDE
1 fruta + 1 barrinha de cereal
ou
1 copo de suco de fruta + 2 torradas integrais ou 4 biscoitos água e sal
ou
1 xícara de chá + 6 a 8 cookies integrais
JANTAR
Salada crua variada + 1 filé de peixe assado ou grelhado
Sobremesa: 1 porção de gelatina
Segunda Opção
Duas colheres de strogonofe (colher de arroz), 2 colheres de sopa de batata palha, salada de folhas, pepino e tomate. Evite frituras. Se for ceder e quiser comer alguma fritura, respeite o espaço de quinze dias entre uma ou outra refeição com fritura.
Terceira Opção
Uma colher de arroz, 1 concha pequena de creme de milho, 1 filé de frango grelhado médio +salada variada de folhas com 2 tomates secos

Cardapios alternativos :

Dieta Básica
Baseada na pirâmide de alimentos: 1200 calorias diárias e balanceadas. CARDÁPIO

Segunda-feira

Café da manhã
1 xíc. de café ou 1 xíc. de chá com adoçante
1 torradas com 1 fatia de queijo branco
1 fruta

Lanche
1 copo (250 ml) de suco de maracujá
Almoço
1 prato (sobremesa) de salada de agrião e mini cenouras
1 filé médio (110 g) de peito de frango ao forno
3 col. (sopa) de arroz branco ou 2 ½ integral
1 xíc. (chá) de couve-flor ao vapor
1 pêra
Lanche
1 banana-prata (ou ½ nanica)
Jantar
1 prato (sobremesa) de salada de palmito e alface americana
2 almôndegas médias (50 g cada) ao sugo
2 col. (sopa) de milho cozido
2 1/2 col. (sopa) de arroz integral
1 xíc. (chá) de salada de frutas
Antes de dormir
1 fatia média de queijo-de-minas

Terça-feira
Café da manhã
1 xíc. (chá) de leite desnatado com 2 col. (sobremesa) de achocolatado
1 fatia de brownie
Lanche
1 maçã
Almoço
1 prato (sobremesa) de salada de alface crespa e cenoura ralada
1 fatia média de carne cozida
3 col. (sopa) de creme de milho
2 col. (sopa) de arroz
1 laranja)
Lanche
1 taça de gelatina diet
Jantar
1 prato (sobremesa) de salada de acelga e beterraba cozida
2 conchas (120 g) de estrogonofe de frango
2 col. (sopa) de arroz
2 pêssego
Antes de dormir
1 copo de iogurte desnatado

Quarta-feira
Café da manhã
1 xíc. de café com adoçante
½ pão francês
1 fatia média de queijo-de-minas
1 banana nanica
Lanche
1 copo (250 ml) de suco de uva
Almoço
1 prato (sobremesa) de salada de acelga com ½ pepino e
1 tomate fatiado
1 filé médio (120 g) de peixe grelhado
1 batata assada com azeite
3 col. (sobremesa) de couve refogada
1 fatia média de melão
Lanche
1 copo (250 ml) de leite desnatado com achocolatado
Jantar
1 prato (sobremesa) de salada de folhas verdes com berinjela
1 filé médio (120 g) de peito de frango cozido sem pele
3 col. (sopa) de vagem e cenoura refogadas
3 col. (sopa) de arroz branco
1 laranja
Antes de dormir
1 taça de gelatina diet

Quinta-feira
Café da manhã
1 xíc. de café preto puro
1 fatia de pão de fôrma integral com 1 fatia de peito de peru
½ papaia
Lanche
1 taça de salada de frutas
Almoço
1 prato (sobremesa) de salada de rúcula com tomate cereja
Clara de ovo cozida (1 ovo)
3 col. (sopa) de arroz
2 col. (sopa) de feijão
Lanche
1 copo (250 ml) de suco de laranja
Jantar
1 prato (sobremesa) de salada de tomate com alface americana
1 xíc. (chá) de macarrão cozido com 2/3 de xíc. (chá) de legumes refogados
1 goiaba
Antes de dormir
1 xíc. de chá de ervas
1 fatia média de queijo-de-minas
Sexta-feira
Café da manhã
1 copo de iogurte de frutas
1 colher (sopa) de cereais
Lanche
1 xíc. (chá) de café com leite e adoçante
Almoço
1 prato (sobremesa) de salada de alface com mussarela de bufala
4 fatias de carpatio
1 col. (sopa) de arroz
3 col. (sopa) de purê de cenoura
1 figo
Lanche
1 fatia média de abacaxi
Jantar
1 prato (sobremesa) de legumes no vapor
1 filé médio (120 g) de frango grelhado
2 col. (sopa) de arroz
½ papaia
Antes de dormir
1 fatia média de melão
1 copo de leite
Sábado
Café da manhã
1 xíc. de café com adoçante
½ pão francês
1 fatia grossa de queijo-de-minas
Lanche
1 cacho de uva pequeno

Almoço
1 prato (sobremesa) de salada de legumes
2 conchas (120 g) de nhoque à bolonhesa
1 xíc. (chá) de salada de frutas
Lanche
1 copo de iogurte desnatado com mel
Jantar
1 prato (sobremesa) de salada à vinagrete
1 posta média (120 g) de peixe assado
3 col. (sopa) de arroz
3 col. (sopa) de espinafre cozido
1 pera

Crie seu cardápio

Aqui segue a tabela da dieta dos pontos:
Aves
Almondega de frango ou peru – 1 unidade – 15 pontos
Asa de frango – 1 unidade – 18 pontos
Coração de galinha – 1 unidade – 3 pontos
Coxa de frango sem pele – 1 unidade – 25 pontos
Espetinho de frango – 1 unidade – 31 pontos
Estrogonofe de frango – 1 colher (sopa) – 15 pontos
Filé de frango grelhado – 1 unidade média – 45 pontos
Filé de frango à milanesa – 1 unidade média – 180 pontos
Filé de frango à parmigiana – 1 unidade média – 200 pontos
Frango à passarinho – 1 pedaço – 25 pontos
Hambúrguer de frango – 1 unidade – 30 pontos
Lingüiça de frango – 1 unidade – 20 pontos
Nugget assado – 1 unidade – 15 pontos
Salpicão de frango – 1 colher (sopa) – 13 pontos
Salsicha de frango, chester ou peru – 1 unidade – 15 pontos
Bebidas
Água-de-coco – 200 ml – 10 pontos
Bebida energética – 1 lata – 34 pontos
Caipirinha de pinga de limão com açúcar – 200 ml – 49 pontos
Caipirinha de vodka de limão com açúcar – 200 ml – 55 pontos
Caldo de cana – 200 ml – 30 pontos
Capuccino – 1 xícara (café) – 20 pontos
Cerveja – 1 lata – 40 pontos
Champanhe – 1 taça – 30 pontos
Chope – 1 copo tulipa – 35 pontos
Coquetel de frutas – 100 ml – 22 pontos
Gatorede – 500 ml – 35 pontos
Licor – 80 ml – 76 pontos
Martini – 120 ml – 30 pontos
Pinga – 40 ml – 30 pontos
Refrigerante – 200 ml – 23 pontos
Shake diet com leite – 200 ml – 32 pontos
Suco de abacaxi com adoçante – 200 ml – 17 pontos
Suco de caju com adoçante – 200 ml – 22 pontos
Suco de laranja sem açúcar – 200 ml – 30 pontos
Suco de limão com adoçante – 200 ml – 0 pontos
Suco de manga sem açúcar – 200 ml – 21 pontos
Suco de maracujá com adoçante – 200 ml – 7 pontos
Suco de melancia ou melão sem açúcar – 200 ml – 11 pontos
Suco de soja light – 200 ml – 25 pontos
Suco de uva com adoçante – 200 ml – 11 pontos
Uísque – 40 ml – 30 pontos
Vinho branco ou tinto – 1 taça de 120 ml – 30 pontos
Vodca – 40 ml – 30 pontos
Bolachas
Biscoito amanteigado – 1 unidade média – 12 pontos
Biscoito de polvilho – 1 pacote de 50 g – 60 pontos
Bolacha água e sal – 1 unidade – 8 pontos
Bolacha de chocolate sem recheio – 1 unidade – 8 pontos
Bolacha de leite ou coco – 1 unidade – 8 pontos
Bolacha recheada – 1 unidade – 18 pontos
Cookie – 1 unidade – 15 pontos
Carnes
Almôndega – 2 unidade – 45 pontos
Bife grelhado – 1 unidade média – 55 pontos
Bife de picanha – 1 unidade média – 100 pontos
Bisteca de porco – 100 g – 90 pontos
Bolo de carne recheado com queijo e presunto – 1 pedaço pequeno – 27 pontos
Carne de panela – 3 fatias finas – 21 pontos
Carne de soja – 150 g – 45 pontos
Carne moída – 1 colher (sopa) – 15 pontos
Carne-seca – 1 colher (sopa) – 23 pontos
Estrogonofe – 1 colher (sopa) – 15 pontos
Hambúrguer – 1 unidade – 30 pontos
Lingüiça bovina ou suína – 1 unidade – 45 pontos
Lombo de porco – 1fatia média – 45 pontos
Picadinho de carne – 1 colher (sopa) – 15 pontos
Rosbife – 1 fatia fina – 23 pontos
Salsicha – 1 unidade – 30 pontos
Cereais e farináceos
Amido de milho – 1 colher (sopa) – 20 pontos
Arroz (branco, á grega ou integral) – 1 colher (sopa) – 10 pontos
Aveia – 1 colher (sopa) – 20 pontos
Farinha de milho – 1 colher (sopa) – 15 pontos
Farinha de rosca – 1 colher (sopa) – 17 pontos
Farinha de trigo – 1 colher (sopa) – 20 pontos
Farinha láctea – 1 colher (sopa) – 17 pontos
Fubá – 1 colher (sopa) – 20 pontos
Granola – 1 colher (sopa) – 20 pontos
Sucrilhos – 1 colher (sopa) de – 5 pontos
Doces
Açaí com granola – 1 tigela de 200 g – 140 pontos
Achocolatado – 1 colher (sobremesa) – 15 pontos
Açúcar – 1 colher (sopa) – 17 pontos
Arroz-doce – 1 colher (sopa) – 10 pontos
Bala – 1 unidade – 6 pontos
Bala diet – 1 unidade – 2 pontos
Bananinha com açúcar – 1 unidade – 30 pontos
Bolo comum – sem recheio ou cobertura – 1 fatia fina – 60 pontos
Bombom – 1 unidade – 50 pontos
Brigadeiro – 1 unidade – 14
Chiclete – 1 unidade – 6 pontos
Chiclete diet – 1 unidade – 2 pontos
Chocolate – 100 g – 170 pontos
Doce de abóbora – 1colher (sopa)– 20 pontos
Doce de leite – 1 colher (sopa) – 18
Doces caramelados – 1 unidade pequena – 25 pontos
Frutas em calda – 1 unidade – 30
Gelatina – 2 colheres (sopa) – 14
Gelatina light – à vontade
Geléia diet – 1 colher (sopa) – 5 pontos
Goiabada – 1 fatia fina – 20 pontos
Leite condensado – 1 colher (sopa) – 18 pontos
Mel – 1 colher (sopa) – 13 pontos
Musse de chocolate – 1 colher (sopa) – 20 pontos
Paçoca – 1 unidade – 35
Pavê – 1 colher (sopa) – 20
Pipoca doce – 1 saco peq. – 39
Pudim – 2 colheres (sopa) – 55
Quindim – 1 unidade pequena – 60
Sorvete de massa – 1 bola – 55
Sorvete light ou diet – 3 colheres (sopa) – 15
Tortas doces – 1 fatia – 110
Frios
Blanquet de peru– 1 fatia – 5
Mortadela – 1 fatia – 15
Presunto – 1 fatia – 10
Presunto de chester -1 fatia – 7
Salame – 1 fatia – 5
Salsichão – 1 fatia – 5
Frutas
Abacate – 1 colher (sopa) – 10
Abacaxi – 1 fatia – 10
Ameixa – 1 unidade – 5
Banana-nanica – 1 unidade –30
Banana-prata – 1 unidade – 20
Caju – 1 unidade – 5
Caqui – 1 unidade – 30
Figo – 1 unidade – 10
Fruta-do-conde – 1 unidade – 30
Goiaba – 1 unidade – 15
Jabuticaba – 1 pires (chá) – 10
Kiwi – 1 unidade – 10
Laranja – 1 unidade – 10
Maçã – 1 unidade – 15
Mamão papaia – 1 unidade – 30
Manga – 1 unidade – 40
Maracujá – 1 unidade – 10
Melancia – 1 fatia – 15
Melão – 1 fatia – 10
Morango – 8 unidades – 15
pêra – 1 unidade – 15
Pêssego – 1 unidade – 10
Salada de frutas – 1 colher (sopa) – 5
Tangerina (mexerica) – 1 unidade – 15
Uva – 12 unidades – 10
Leguminosas e tubérculos
Batata – 1 unidade – 20
Batata chips – 80 g – 118
Batata-doce – 1 unidade – 40
Batata frita – 1 palito – 8 pontos
Batata palha – 1 colher (sopa) – 20
Ervilha 1 colher (sopa) – 5
Feijão – 1 colher (sopa) – 5
Feijão-preto – 1 concha – 27
Lentilha – 1 colher (sopa) – 5
Mandioca cozida – 1 pedaço – 20
Mandioca frita – 1 pedaço – 60
Mandioquinha – 1 unidade – 20
Purê de batata – 1 colher (sopa) – 20
Soja – 1 colher (sopa) – 10
Leite e derivados
Coalhada fresca – 200 ml – 40
Creme de leite – 1 colher (chá) 10
Danoninho – 1 unidade – 17
Iogurte de morango – 120 ml – 47
Iogurte desnatado – 200 ml – 25
ogurte diet ou light – 1 unidade – 14
Leite de coco – 1 colher (sopa) 15
Leite integral – 200 ml – 35
Leite semidesnatado – 200 ml – 25
Todinho – 1 unidade – 55
Massas
Capelete ou ravióli – 1 xícara (chá) – 50
Lasanha à bolonhesa – 1 pedaço grande – 110
Lasanha ao sugo – 1 pedaço grande – 95
asanha aos 4 queijos – 1 pedaço grande – 239
Macarrão alho e óleo – 1 escumadeira – 37
Macarrão ao sugo – 1 escumadeira – 30
Macarrão com molho branco – 1 escumadeira – 47
Macarrão instantâneo com tempero – 1 porção – 80
Nhoque ao sugo – 1 colher (sopa) – 14
Panqueca de carne ou frango ao sugo – 1 unidade – 60
Risoto de frango – 1 colher (sopa) – 20
Rondeli – 1 unidade – 40
Molhos
Creme de milho – 1 colher (sopa) – 20
Ketchup – 1 colher (sopa) 6
Maionese – 1 colher (sopa) – 35
Maionese light – 1 colher (sopa) – 18
Molho à bolonhesa – 1 colher (sopa) – 12
Molho branco – 1 colher (sopa) – 20
Molho de iogurte – 1 colher (sopa) – 8
Molho de tomate – à vontade
Molho inglês – 1 colher (sopa)- 2
Molho madeira – 1 colher (sopa) 5
Molho rosé – 1 colher (sopa) – 26
Molho tártaro – 1 colher (sopa) – 30
Mostarda – a vontade
Vinagrete – à vontade
Óleos e gorduras
Azeite – 1 colher (sopa) – 20
Bacon – 1 fatia – 20
Manteiga – 1 colher (chá) – 20
Margarina – 1 colher (chá) – 20
Margarina light – 1 colher (chá) – 15
Óleos vegetais – 1 colher (chá) – 20
Ovos
Ovo de codorna – 1 unidade – 5
Ovo de galinha – 1 unidade – 21
Pães
Baguete – 1 unidade 50g – 40
Bisnaga – 1 unidade – 20
Croissant – 1 unidade – 40
Croissant de frango com catupiry – 1 unidade – 67
Croissant de presunto e queijo – 1 unidade – 68
Pão de batata – 1 unidade – 46
Pão de forma – 1 fatia – 27
Pão de forma light – 1 fatia – 20
Pão de queijo grande – 1 unidade – 89
Pão de queijo pequeno – 1 unidade – 18
Pão doce – 50 g – 50
Pão folhado – 1 unidade – 40
Pão francês – 1 unidade – 40
Pão francês sem miolo– 1 unidade – 30
Pão integral – 1 fatia – 20
Pão italiano – 1 fatia – 40
Pão na chapa com manteiga – 1 unidade – 62
Torrada – 1 unidade – 10
Peixes
Atum em óleo – 3 colheres (sopa) – 40
Bacalhau – 1 filé – 40
Badejo – 1 posta média – 20
Camarão – 1 pires de chá – 40
Corvina – 1 filé – 28
Linguado – 1 filé – 20
Merluza – 1 filé – 40
Namorado – 1 filé – 40
Pescada – 1 filé – 40
Salmão – 1 file – 40
Sardinha em óleo – 1 unidade – 20
Petiscos e salgados
Acarajé – 1 unidade – 80
amêndoa – 1 unidade – 2
Amendoim – 1 colher (sopa) – 25
Azeitona – 1 unidade – 2
Bolinho de arroz – 1 unidade – 40
Castanha de caju – 1 colher (sopa) 35
Esfiha de carne – 1 unidade – 60
Quibe assado – 1 fatia – 50
Quibe frito – 1 unidade – 90
Nozes – 1 unidade – 10
Pastel de carne – 1 unidade grande – 87
Pastel de palmito – 1 unidade grande – 74
Pastel de queijo – 1 unidade grande – 94
Pipoca – 1 porção de 50 g – 55
Pizza de atum – 1 fatia – 74
Pizza de calabresa – 1 fatia – 100
Pizza de mussarela – 1 fatia – 81
Pizza portuguesa – 1 fatia – 100
Pizza 4 queijos – 1 fatia – 120
Salgadinho assado – 1 unidade pequena – 20
Salgadinho frito – 1 unidade pequena – 30
Queijos
Catupiry – 1 colher (sopa) – 20
Cream-cheese – 1 colher (sopa) – 15
Cream-cheese light – 1 colher (sopa) – 10
Gorgonzola – 1 fatia pequena – 20
Mussarela – 1 fatia – 20
Parmesão – 1 colher (chá) – 5
Polenguinho – 1 unidade – 20
Polenguinho light – 1 unidade – 10
Provolone – 1 fatia – 25
Quejo branco – 1 fatia – 15
Quejo prato – 1 fatia – 20
Requeijão – 1 colher (sopa) – 20
Requeijão light – 1 colher (sopa) – 10
Ricota – 1 fatia grande – 25
Sanduíches
Bauru – 1 unidade – 110
Beirute sem maionese – 1 unidade – 150
Big Mac – 1 unidade – 164
Cachorro quente – 1 unidade – 92
Cheeseburguer – 1 unidade – 120
Cheeseburguer salada – 1 unidade – 160
Misto-quente – 1 unidade – 100
Queijo-quente – 1 unidade – 100
Sopas
Canja – 1 concha – 30
Creme de ervilha – 1 concha – 50
Sopa de feijão – 1 concha – 50
Sopa de legumes com carne/frango – 1 concha – 20
Vegetais
Acelga, agrião, aipo, alface, alho-poró, almeirão, aspargo, chicória, couve-de-bruxelas, couve, endívia, erva-doce, escarola, espinafre, jiló, axixe, mostarda, nabo, pepino, rabanete, repolho, rúcula, salsão, tomate à vontade



Calculadora

Muito complicado? A editora abril criou uma calculadora onde você só precisa adicionar seus dados.

Sob indicação médica existe a possibilidade DE utilizar-se de
Uso indicativo de Cloreto de Magnésio por 30 dias

Dissolver 33g de Cloreto de magnésio em 1 litro de água filtrada
Consumir 200 ml  a 400 ml por dia

O cloreto de magnésio possui os seguintes benefícios:
Funciona como um excelente purificador do sangue, ajudando a equilibrar seu pH. Graças a este benefício, o cloreto de magnésio nos ajuda a prevenir muitas doenças.
Ajuda a eliminar o ácido que se acumula nos rins, promovendo o funcionamento e a saúde renal.
Estimula as funções cerebrais e a transmissão de impulsos nervosos,contribuindo, desta forma, a manter um equilíbrio mental.
É ideal para os esportistas ou pessoas com alto rendimento físico, já que ajuda a prevenir e combater as lesões musculares, cãibras, fadiga e/ou cansaço muscular.
Estimula o bom funcionamento do sistema cardiovascular, prevenindo as doenças do coração.
Ajuda a diminuir os níveis do colesterol ruim, estimulando a boa circulação do sangue e prevenindo doenças.
É um poderoso remédio anti-estresse, que também ajuda a combater a depressão, os enjoos e a fadiga.
É muito importante na regulação da temperatura do corpo.
Previne problemas como as hemorroidas, melhora a saúde intestinal e ajuda em casos como a colite, prisão de ventre, entre outros.
Previne os problemas da próstata e ajuda a combatê-los.
As pesquisas alertaram que pode ajudar a prevenir e a combater tumores cancerígenos.
Fortalece o sistema imunológico, ajudando a prevenir e a combater os resfriados, mucosidades e infecções.
Previne o envelhecimento precoce, já que oferece vitalidade ao corpo e promove a regeneração celular.
É um elemento chave na prevenção da osteoporose, pois atua como um fixador de cálcio nos ossos.
O cloreto de magnésio previne a formação de cálculos renais, impedindo que o oxalato de cálcio se acumule neles.
Promove a saúde da mulher, já que diminui os sintomas da TPM e estimula a regulação hormonal.
Combate os radicais livres, evitando a formação de tumores e verrugas.
Promove a limpeza das artérias, prevenindo ao mesmo tempo a arteriosclerose.




Fonte:  ANutricionista.Com 
Luciana O. Pereira L.O, Francischi R. P, Lancha Jr. A Obesidade: Hábitos Nutricionais, Sedentarismo e Resistência à Insulina Arq. Bras Endocrinol Metab vol 47 nº 2 Abril 2003.

Viviani M. T., Junior J. R. G, Interações entre os sistemas nervoso e endócrino e tecido adiposo e muscular na regulação do peso corporal durante dietas alimentares. Revista Brasileira de Nutrição Clinica 2006, 21(1):72-7).

Paravino A. B, Portella E. S, Soares E. A - Metabolismo energético em atletas de endurance é diferente entre os sexos Revista de Nutrição v.20 n.3.Campinas maio/jun. 2007.

Scagliusi F. B., Lancha Jr A. H. Estudo do gasto energético por meio da água duplamente marcada: fundamentos, utilização e aplicações Rev. Nutr. Campinas, 2005. jul./ago v.18 n.4

Panza V. P; Coelho M. S .P; Pietro P. F. ; Assis M. Al .A. , Vasconcelos F. A . G. Consumo alimentar de atletas: reflexões sobre recomendações nutricionais, hábitos alimentares e métodos para avaliação do gasto e consumo energéticos Rev.Nutr. vol.20 no.6 Campinas Nov./Dec. 2007

Resultado de imagem para tabela de pontos dieta

sábado, 17 de setembro de 2016

Top 10 pessoas mais ricas do mundo em 2016

 Juliana Miranda

Img - Top 10 pessoas mais ricas do mundo em 2016



Anualmente, a Revista Forbes lança a lista atualizada das pessoas mais ricas do mundo. Não é novidade para ninguém que esse Top 10 é sempre dominado pelos empresários do segmento de tecnologia.

Em 2016, segundo a Forbes, o brasileiro Jorge Paulo Lemann aparece na 19ª posição, com fortuna estimada em US$ 27,8 bilhões. Vale destacar também que apenas duas mulheres aparecem no Top 20 dos mais ricos do mundo. Elas são Liliane Bettencourt, dona da empresa L'Oreal; e a norte-americana Alice Walton, da rede Wal-Mart.

Confira os primeiros colocados desse Top 10 da fortuna:



1 – Bill Gates – O homem mais rico do mundo em 2016 é, mais uma vez, Bill Gates. O fundador da Microsoft tem um patrimônio de US$ 75 bilhões.
Bill Gates


2 – Amancio Ortega – Dono da marca espanhola de roupas Zara, Amancio Ortega é o segundo mais rico desse top 10, com US$ 67 bilhões.
Amancio Ortega


3 – Warren Buffett - O bilionário norte-americano Warren Buffett é o terceiro colocado. Ele tem uma fortuna de US$ 60,8 bilhões.
Warren Buffett


4 – Carlos Slim Helu – O dono da empresa Telecom – México acumulou uma fortuna estimada em US$ 50 bilhões.
Carlos Slim Helu

Leia também sobre redução na carga de trabalho para 3 dias, segundo Carlos Slim:
Carga de trabalho de 3 dias


5 – Jeff Bezos – O criador do site Amazon já acumula uma fortuna de US$ 45,2 bilhões.
Jeff Bezos


6 – Mark Zuckerberg – O dono do Facebook também aparece na lista. Ele tem uma fortuna de US$ 44,6 bilhões.
Mark Zuckerberg

Leia também:

Os bilionários mais jovens da história

Como investir em ações?


7 – Larry Ellison – O empreendedor da empresa Oracle tem US$ 43,6 bilhões.
Larry Ellison


8 – Michael Bloomberg – O dono da Bloomberg LP acumula patrimônio de US$ 40 bilhões.
Michael Bloomberg


9 – Charles Koch – Dono de várias empresas, Koch tem uma fortuna de US$ 39,6 bilhões.
Charles Koch


10 – David Koch – O décimo lugar fica com outro Koch, com patrimônio de US$ 39,6 bilhões.
David Koch

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

U.S. Cracking Down on “Brain Training” Games

The brain-training giant Lumosity is recalibrating its strategy and facing new challenges as it reels from a federal crackdown on bold health claims about its digital games.
The company behind the Lumosity brand, Lumos Labs, has dramatically cut back on TV advertising. It is facing sharp questions about its much-touted research, which found that users enjoyed a bump in IQ. And there are signs that the growth of Lumosity’s once impressive mobile app business may have stalled.
Meanwhile, the Federal Trade Commission is preparing to send out rebates to thousands of customers who may have been drawn to Lumosity by its misleading ads. The agency has verified 13,000 requests for refunds, which will be funded by $2 million from Lumosity, but has yet to disclose how much each customer will receive.
The FTC has moved against other digital health tools, too. In May, the marketer of the LearningRx suite of brain-training games agreed to a $200,000 settlement for making false claims about what the games could do to improve conditions like ADHD and Alzheimer’s disease.
But Lumos Labs is the biggest player, by far, targeted by federal regulators.
The privately held company, based in San Francisco, has drawn in 70 million people over the past decade to play games that challenge users to remember sequences of brightly colored animations, or to ignore visual distractions and click only on certain objects. The FTC charged that Lumosity oversold the benefits of the games. The company’s website, for instance, used to claim that the brain training could “ward off cognitive decline.” One ad featured a man who suffered from a stroke “and now uses Lumosity to regain lost mental function.”

TV ADVERTISING PLUNGES

Since settling with the FTC in January, Lumosity has retrenched.
Lumosity has paid for only about $541,000 worth of TV ads so far this year, compared to about $11.8 million during the same period last year, according to the media research firm iSpot.tv. (The iSpot data reflect the list price of TV ad space, and don’t account for any discounts.)
It hasn’t used aggressive health claims for some time; the company’s biggest purchase of TV airspace this year has been for a commercial that urges viewers to “Take a 10-minute Lumosity fit test to challenge memory, attention, and more.”
A spokeswoman said Lumosity would be reevaluting its ad strategy in the coming months.
Meanwhile, Lumosity’s smartphone app may be struggling. Just 1.1 million users used the app in May, compared to about 1.8 million active users last November, according to an estimate from SurveyMonkey Intelligence.
And while Lumosity boasted of 2 million new downloads of its iPhone app in a single month in 2013, there were only 400,000 new downloads of the app across all Apple and Android devices last month, according to an estimate from app tracking firm Sensor Tower.
Lumosity spokeswoman Sara Colvin disputed the user number estimates, saying usage has been broadly stable all year, but she declined to disclose internal data that she first told STAT had been planned for public release around July.
To be sure, TV ads and mobile users offer just a snapshot of the overall performance of the Lumosity brand, which includes dozens of online and mobile games. So it’s hard to say how all the turmoil is affecting the company’s bottom line. Colvin said that “business is strong.”

BRAIN-BOOSTING OR PLACEBO EFFECT?

Lumosity’s promotions still emphasize its research—which may itself be on shaky ground.
Researchers at George Mason University reported in June that much of the benefit of brain-training games may be attributable to a placebo effect, something that many companies and university scientists fail to account for in their research. The study found that participants who were recruited for a study promising “brain training & cognitive enhancement” gained the equivalent of a 5- to 10-point IQ boost after an hour of playing the game, compared to no boost for participants who played the same game without the hype.
That calls into question a large study, conducted and funded by Lumosity and published earlier this year, that showed participants who played a cognitive training program performed better on measures of processing, memory, and reasoning than participants who had simply completed crossword puzzles.
The problem is that study participants were recruited from users who had created a free account on the brand’s website, a clearly self-selecting group whose expectations may have influenced the results of the trial, according to experts interviewed by STAT.
Colvin, the Lumos Labs spokeswoman, called the George Mason study “interesting” and said Lumosity welcomes “all research that serves to improve the quality of cognitive training research and, subsequently, the products available.”
Another recent study, funded by the federal government, did suggest that playing a specific kind of brain-training game could cut the risk of dementia years later, but the data have not yet been peer reviewed and some experts remain skeptical.

AN INDUSTRY BARRELING FORWARD

These days, Lumosity is “focused on research and development,” Colvin said.
Lumosity just hired a new vice president with a digital health background, and the brand is testing products in the areas of mindfulness and sleep. This spring it launched a new suite of games designed to help players practice language skills like identifying synonyms and learning root words.
Despite Lumosity’s struggles—and the efficacy questions plaguing the industry—the type of games it pioneered are thriving. 
Peak, a two-year-old brain-training app, this spring surpassed Lumosity in active monthly app users and downloads, according to SurveyMonkey Intelligence. One of Peak’s slogans: “Meet the future of brain training.”
Republished with permission from STAT. This article originally appeared on September 6, 2016

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

10 estranhas tradições de casamentos nos EUA



A cena, repetida tantas e tantas vezes em filmes e seriados norte-americanos, de esconder um anel com diamante em lugares inusitados e se ajoelhar na hora de fazer a proposta de casamento à mulher amada ainda parece algo um pouco esquisito para você? Tenha certeza de que isso é apenas um detalhe entre as estranhas tradições dos casamentos nos Estados Unidos. Conheça dez estranhas tradições das cerimônias nos EUA:



10) O anel de noivado de diamante
Resultado de imagem para casamento
A tradicão de dar um anel de noivado de diamante para selar o compromisso, que ficou associada à cultura norte-americana, na realidade, tem base na Europa. O primeiro registro histórico de um casamento iniciado dessa maneira aconteceu em 1477, quando o arquiduque Maximiliano, da Áustria, presenteou Maria de Borgonha.
Porém, só mesmo no século XIX, com a descoberta de grandes minas de diamantes na África do Sul, o preço da matéria prima foi reduzido e o mercado da joia se popularizou. Mas o ato só começou a ganhar ares de tradição no final dos anos 1930 graças à uma campanha de marketing da agência de publicidade N.W. Ayer & Son, contratada pela empresa extrativista De Beers, que enfrentava uma crise com a queda nas vendas.
As vendas de diamantes aumentaram 55% entre 1938 e 1941. Em 1948, ainda nos Estados Unidos, foi introduzido o slogan "um diamante é para sempre", em nova campanha publicitária, colando o anel de diamantes como tradição de presente de noivado.
Atualmente, um noivo gasta aproximadamente três meses para encontrar o anel perfeito para fazer a proposta. Geralmente, precisa de muito mais tempo para pagar por ele. O custo médio de um anel para as noivas norte-americanas é de US$ 5.200, embora 12% dos noivos admitam gastar mais de US$ 8 mil com o presente. O mais popular tem uma pedra central com pelo menos um quilate inserida em ouro branco.
9) Junho, o mês das noivas norte-americans
A lei da oferta e da procura não entra de férias quando se trata de casamentos, especialmente, porque há uma época considerada ideal para dizer o sim. Nos Estados Unidos, é o mês de junho. No Brasil, maio é o mês das noivas.
Em 2012, foram realizados 2,1 milhões de casamentos nos Estados Unidos, sendo que 17% das cerimônias aconteceram em junho. A chamada temporada de cerimônias se estende até outubro e a razão para isso, na maior parte do país, é o clima.
Isso afeta diretamente os custos do evento. Em média, cada cerimônia custa US$ 25.656, o que movimenta US$ 55 bilhões por ano. No Brasil, os números são um pouco mais modestos. Em 2012, segundo estimativas feitas Associação Brasileira de Empresas de Eventos (Abrafesta) em parceria com o instituto Data Popular, as festas de casamento consumiram R$ 13,7 bilhões.
Embora as questões climáticas não tenham tanta influência quanto nos Estados Unidos, o mês de maio é o mais procurado por motivos religiosos, especialmente para os católicos, por ser o mês de Nossa Senhora. Tanto para norte-americanos quanto para brasileiros, o sábado à noite é o dia mais tradicional para as cerimônias.
8) Noiva deve vestir branco
A tradição da noiva se vestir de branco nasceu na Inglaterra em 1840, quando a Rainha Victoria usou uma roupa dessa cor para se casar com seu primo Albert. Na época, foi considerada uma escolha bastante conservadora, mas elegante. Até porque era uma cor que se usava também quando se estava de luto.
Naquele tempo, em casamentos, a tendência era usar vestidos coloridos e colocar o maior número de acessórios possível. O vestido branco da Rainha Victoria era enfeitado apenas com flores de laranjeira e virou um sucesso de moda tornando-se uma inspiração para as mulheres. Além disso, o branco foi associado a um símbolo de pureza, inocência e castidade.
7) Os vestidos das damas de honra
No quesito tradição, a diferença é grande quando se trata das damas de honra. No Brasil, são crianças muito bem-vestidas que carregam as alianças para o altar pouco antes dos noivos dizerem seus votos. Nos EUA, são mulheres que regulam de idade com a noiva e dividem com ela a atenção no altar durante toda a cerimônia.
Isso é fruto de uma tradição herdada de uma surperstição vinda do direito romano, em que se exigiam dez convidados se vestindo da mesma forma que o noivo e a noiva. As roupas combinando confundiriam os maus espíritos evitando que qualquer um deles pudesse amaldiçoar o casal.
No caso masculino, não há muito problema, pois o noivo e seus colegas colocam smokings e nenhum se destaca. Mas, na parte feminina, como ninguém pode brilhar mais que a noiva, os vestidos da dama de honra tendem a ser idealizados para parecerem ruins propositalmente visando não tirar o brilho da grande estrela do evento. É por isso que muitas damas de honra nem tentam reutilizar a vestimenta em outras ocasiões.
6) Velho, novo, emprestado, azul
Essa é uma receita tipicamente norte-americana para noivas: algo velho, algo novo, algo emprestado e algo azul. Tudo isso deve ser carregado em direção ao altar. "Something old, something new, something borrowed, something blue", no original, é uma rima vitoriana que lista tradições populares que, se seguidas, garantiriam boa sorte à noiva.
Cada uma das rimas tem sua própria sustentação na tradição. Algo velho, antigo, cria um laço com a noiva e sua famíla, seu passado. Algo novo, pressupõe dar ao casal um futuro feliz. A noiva deve pegar algo emprestado de uma mulher feliz para carregar essa felicidade para seu casamento, junto com saúde e longevidade para os recém-casados. O azul representa amor e fidelidade.
Um último toque de tradição é uma moeda de prata no sapato. Isso significa que a fortuna irá sorrir para o casal.
5) Noivos, não olhem a noiva antes da cerimônia
Essa superstição não é limitada aos norte-americanos. Dizem que dá má sorte o noivo ver a noiva já pronta para o casamento antes da cerimônia. Essa tradição remonta aos tempos em que os enlaces eram feitos mais na base das negociações que por romance. As famílias acertavam os casamentos entre seus filhos e seria embaraçoso para todos os envolvidos se o noivo ou a noiva desistisse antes da cerimônia por não ter gostado do que viu. Por isso, os dois eram mantidos separados.
4) Destruindo o vestido
Pode até parecer estranho essa tradição de destruir o vestido de noiva após a cerimônia. Afinal, um vestido de noiva comum, sem ser um daqueles de grifes famosas ou altamente produzido, custa, em média, US$ 1.200.
Mas, exceto no caso de algumas noivas que querem guardá-lo como relíquia de família para que no futuro suas filhas ou netas possam usá-lo novamente, muitas acreditam que aquela roupa é para uma só vez e o casamento é único. Por isso, fazem questão de destruir o vestido para comprovar esse ponto de vista.
Agora, os métodos para liquidar o traje são os mais variados. Podem incluir mergulhos em piscinas, banhos de lama, pintura, fogo ou qualquer abuso com o tecido que os noivos possam imaginar.
3) Carregar a noiva nos braços
Essa tradição acontece em vários países e tem diversas histórias como origem. Uma delas reporta a Europa medieval como fonte. Durante a Idade Média, seria impróprio para as mulheres mostrar desejo de consumar o casamento. Ou seja, elas teriam que ser conduzidas para o quarto na noite nupcial pelo noivo de forma vigorosa. Afinal, eles é que precisariam mostrar a vontade da consumação.
Outra explicação para o hábito de carregar a noiva pelos braços na noite de núpcias também vem da Europa Ocidental e tem a ver com espíritos malignos. Os noivos fariam isso para evitar que sua nova esposa pudesse, devido a espíritos escondidos, tropeçar e levar má sorte ao casamento.
Hoje, a tradição é considerada apenas um gesto romântico.

2) Charivari, ou seja, segurar vela
Essa é uma tradição bem norte-americana. O charivari, por aqui, em uma tradução livre, poderia ser apelidado de segurar vela, ou mesmo, empatar a lua de mel. Um bando de convidados do casamento se dirige para o local da noite de núpcias e resolve causar tumulto visando simplesmente perturbar a paz do casal.
Para isso, usam música alta ou outros ruídos e objetos como chifres, por exemplo. O objetivo é que sejam convidados a entrar e tomar uma bebida com o casal. Serem ignorados é uma hipótese considerada inaceitável. Ao longo da história, vários atos de vandalismo foram registrados, inclusive, chegando ocorrer sequestros de noivos ou noivas.
1) Congelar o topo do bolo de casamento
Os bolos multicamadas em casamentos viraram moda no século XIX. Desde então, as noivas começaram a guardar a camada superior que sobrava por algum tempo para o batizado do primeiro bebê.
O processo de congelamento só viria a acontecer bem mais tarde e passou a ser realizado por sentimentalismo. O pedaço do bolo é guardado em um saco plástico e armazenado em um freezer por um longo período. Por vezes, é consumido em ocasiões especiais. 

Alzheimer's Drug Shows Promise in Small Trial

A new drug trial that some researchers are calling the most promising yet in the fight against Alzheimer’s suggests it may be possible to clear the brain of the amyloid protein that is characteristic of the disease.
The study was small and researchers caution that it’s far too soon to declare victory against a fatal disease that robs people of their memories and ability to function in daily life. But despite repeated failures of Alzheimer’s drugs in the past, there was room for enthusiasm about the trial, the results of which were published today in Nature. “This is the best news we’ve had in my 25 years of doing Alzheimer’s research,” says Stephen Salloway, a professor of clinical neurosciences and psychiatry at Brown University and a co-author of the paper.
The longer an early-stage Alzheimer’s patient took the drug aducanumab, and the higher the dose, the less clogged their brain was with amyloid a year later. The 21 subjects who made it through the study on the highest dose had no detectable amyloid deposits left in their brains after a year. “The effect size of this drug is unprecedented,” says paper co-author Roger Nitsch, president and founder of Zurich-based Neurimmune, which initially developed aducanumab.
The drug also increased the risk of brain hemorrhage and potentially dangerous fluid shifts in the brain, however, forcing a balancing act between its effectiveness and patients’ ability to tolerate a high-enough dose. Researchers were able to catch early signs of the side effect, known as amyloid-related imaging abnormalities (ARIA), through MRI brain scans, Salloway says, and no one in the trial suffered irreversible harm.
The trial was too small to show whether the reduction in brain amyloid made a difference in the everyday functioning of the participants, although there were some indications the drug slowed cognitive and functional decline in those who received the highest dose for more than six months. Most of the trial results have been released previously at public meetings. The new publication offers more depth and marks the first time the results have been peer-reviewed and presented comprehensively, the authors said in an August 30 news conference.
The small trial showed promise, but the real test of aducanumab is underway in two much larger studies funded in collaboration with the drug company Biogen, which has partnered with Neurimmune to bring aducanumab to market. Those trials, begun last year, will include 2,700 participants in North America, Europe and Japan, who will take the drug for 18 months. If the trials are successful, the companies will go on to apply to the U.S. Food and Drug Administration for permission to sell aducanumab to patients.
Salloway and others said they do not expect aducanumab, even if it works well, to be “the” solution to Alzheimer’s. As with other complex diseases like cancer and HIV, a cocktail or series of drugs will likely be necessary. The drug will also likely be most useful at the disease’s earliest stages, when removing amyloid can hopefully make a difference in Alzheimer’s trajectory, said Biogen Group Executive Vice President and Chief Medical Officer Alfred Sandrock, who led the research and press conference.
Aducanumab is an antibody, a natural substance the body produces to fight disease. The compound was derived from healthy older people who had not developed Alzheimer’s, under the presumption that they carried some kind of protective factors in their immune systems. It is still not completely clear how aducanumab works, although the study shows it targets amyloid in the brain but not in the bloodstream. The hypothesis suggests antibodies that attack amyloid in the bloodstream get sidetracked and never make it into the brain. By focusing on brain amyloid, aducanumab seems to be able to cross into the brain to reach its target, researchers said at the press conference.
In the two larger studies participants will start on a lower dose to minimize their risk of ARIA, which is more likely to occur early in treatment, and people who carry at least one copy of the APOE ε4Alzheimer’s risk gene, who are more vulnerable to ARIA, will probably remain on a lower dose, according to Salloway.
Participants must have evidence of excessive amounts of amyloid in their brains, as shown in a PET scan, before being allowed into the study. This should help avoid a problem that may have doomed earlier drug trials. Those trials failed in part, researchers think, because they included too many people without excessive amyloid in their brains and must therefore have had a form of dementia other than Alzheimer’s. Earlier trials are also believed to have failed because they tested patients whose disease was too advanced and the damage irrevocable. In contrast, aducanumab is being tested in patients with only very early evidence of disease.
Others in the Alzheimer’s field expressed enthusiasm this week for the paper and the ongoing study of aducanumab. “The results are very impressive and very encouraging,” says Rudolph Tanzi, a neurologist at Harvard University and a longtime leader in Alzheimer’s research. “The fact is [the authors are] the first ones to show some level of proof that an anti-amyloid therapy is a way to treat or prevent Alzheimer’s.”
If the drug performs well in the larger trials, Tanzi says he expects it could be used in people in their 40s and 50s who are starting to show the first evidence of amyloid buildup. Clearing out amyloid then and keeping levels low with another type of drug that Tanzi is working to develop might prevent them from ever having Alzheimer’s, he says.
James Hendrix, director of global science initiatives for the Alzheimer's Association, also praised the trial, saying he was impressed with its design as well as its results. He said the study also shows how crucial it is for people to volunteer for Alzheimer’s research studies, to help better understand the disease and how to treat it. Because of the stigma surrounding Alzheimer’s, researchers typically struggle to find enough volunteers to fill studies, he says, adding that the Alzheimer’s Association offers information on ongoing trials on its Web site.

Dogs Process Language Like Us, but What Do They Understand?

Does this excellent dog understand you? Credit: MACMILLAN AUSTRALIA

If you’re speaking to me, it’s not just what you say but how you say it that matters. A new study published this week in Science finds that dogs also pick up on these important, yet separate details. And there's more. Not only does this study add to our knowledge of how dogs attend to human language, it also raises important questions about the difference betweenprocessing human speech and understanding it.
For the last few years, Attila Andics and his colleagues in Hungary (Family Dog Project FacebookTwitter) are one of a handful of research groups training companion dogs to voluntarily go into an fMRI. Once in, the dogs are presented with different stimuli as their brains go under the giant figurative microscope. 
In the recent study, dogs heard both familiar praise words and neutral words presented with a praising or neutral tone. The researchers found that, like us, dog brains separate out the vocabulary bits from the intonation, processing familiar words in the left hemisphere and intonation in auditory regions of the right, a finding that corroborates and extends earlier behavioral studies. The conclusion, according to Science, is that "dogs seem to understand both human words and intonation."
Your dog, your words?
Before discussing this with your dog — "I knew you could understand me this whole time!" — the caveat to this research is that a dog processingwords — registering, "Ah! That’s familiar!" — and a dog understandingwords as you intend are not necessarily the same thing. 
Adam Miklosi, one of the study’s authors and head of the Family Dog Project weighs in over email, "'Understanding' is a tricky word. Studies using brain imaging technology cannot firmly say that the activation of a specific brain area indicates 'understanding.' For sure, dogs in this study reacted to the meaningful words, that is, to those words that their owners often use when they want to attract the dog's attention or provide a positive feedback for the dog. So in this sense our dogs recognized these words as familiar and probably meaning something good."
Could dogs understand our words as we intend? Good gosh of course! Just look at Chaser the Border Collie who knows the unique name for over 1,000 different objects, her wordy prowess tested and documented in twoscientific publications. Chaser knows the difference between the many toys and objects in her life, that Acorn is not Crybaby, and that Slug is different from Tie Face. She can also perform different actions towards the objects, like fetch, tease, and tug. Chaser’s left hemisphere is on fire.
Miklosi would probably agree: "The other important aspect of [our] study is that the left brain of the dogs processed the meaningful wordsindependent from the intonation. This means that the brain could probably recognize that 'good dog' is the same expression independent of how it was said."
But for understanding, remember that Chaser and dogs like her have undergone many hours of training with words and

Ending AIDS

Recent research advances have led to a growing conviction that the tools now exist to end local HIV/AIDS epidemic and to end the disease worldwide as “a public health threat” by 2030. But to date, only 15 million of the 37 million people living with the virus have access to the  antiretroviral medicines that both save lives and prevent transmission. Many governments also have fractured treatment and prevention programs. And on the basic research front, scientists still have their work cut out for them. Fundamental questions persist about where the virus hides in the body and which immune responses most effectively can foil it—and answers may lead to the still elusive HIV vaccine and cure.

Alzheimer’s trial supports β amyloid origin of disease

Alzheimer’s trial supports β amyloid origin of disease
Results from an Alzheimer's drug trial that targets β amyloid plaques (yellow) in the brain are raising cautious hopes.
selvanegra/iStockphoto


Despite some of the headlines that may speed around the internet today, there is still no cure for Alzheimer’s disease, a degenerative brain disease that causes memory loss and dementia. Pharmaceutical companies have sunk billions of dollars into drugs aimed at preventing or reducing the disease’s hallmark plaques, abnormal brain deposits of a protein fragment called β amyloid, but a long list of failed clinical trials has led many to question that strategy. Now, newly published results from a closely watched clinical trial are being hailed as a big win by some in the Alzheimer’s treatment field. The trial data hint that an anti–β amyloid antibody drug called aducanumab warded off cognitive decline in people diagnosed with early Alzheimer’s. But the trial, an early test of the antibody’s safety, is still too small to prove conclusive, leading many others to caution against false hope.
Nearly all the data from new study, published today in Nature, have been publicly presented before at conferences such as the 2015 Alzheimer’s Association meeting in Washington, D.C. This is the first time the results have been written up in a peer-reviewed journal, however, providing a “coherent, comprehensive, carefully vetted presentation of the data,” says neurologist Stephen Salloway of Brown University, one of the study investigators. “This is first time that a β amyloid–lowering drug is associated with a potential clinical benefit.”
Pharmaceutical companies and academic researchers racing to develop anti–β amyloid drugs fervently hope that a fundamental misunderstanding of Alzheimer’s disease is not at the root of past clinical failures. To troubleshoot potential glitches, they’re trying many β amyloid–targeting strategies, from preventing its buildup and removing existing clumps to giving the drugs earlier in the disease. Aducanumab, an antibody made by the pharmaceutical company Biogen, binds to and clears clumps of β amyloid from the brain like many other antibodies that have been tested. But its origin is unique: It was derived from healthy older people who may have some natural resistance to Alzheimer’s disease, Salloway says.
In the yearlong clinical trial, 165 participants with mild cognitive impairment or dementia from Alzheimer’s took either a 1-, 3-, 6-, or 10-mg/kg dose of aducanumab once a month, or a placebo. After 54 weeks, positron emission tomography brain scans revealed that those who had received the drug had fewer β amyloid deposits; the higher the dose, the greater the reduction in β amyloid. That represents a major breakthrough, says Robert Vassar, a neuroscientist at the Northwestern University Feinberg School of Medicine in Chicago, Illinois. “This is a remarkable therapeutic achievement and a tremendous advance for the field.”
More tantalizing, the new trial also produced some indications of a cognitive benefit. Participants who took the largest 10-mg dose showed less decline on one of two memory tests than those receiving lower doses, or the placebo.
Troublingly, however, 40 patients dropped out of the trial midway—half because of adverse side effects such as small hemorrhages and brain swelling. The side effects were more common at higher doses. That has been a persistent problem for those trying to target β amyloid using immunotherapies—a β amyloid vaccine trial many years ago was halted because it triggered dangerous brain inflammation.
Overall, Alzheimer’s researchers are urging caution about the new drug results—even those who are co-authors on the paper. The study was “grossly underpowered” to determine whether cognition was actually better in people who took aducanumab, or a statistical fluke, notes David Knopman, a neurologist at the Mayo Clinic in Rochester, Minnesota, and another trial investigator. Two much larger, 18-month-long phase III trials are now in progress to determine whether the memory benefits hold up in bigger groups—the point at which many other promising Alzheimer’s drugs have failed.