sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Transtorno de adaptação

Descrição

O transtorno de adaptação é uma forte e inesperada reação emocional e comportamental que ocorre em resposta a um evento estressante identificado da vida ou mudança de vida ocorrida nos últimos três meses.
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Tipos

O transtorno de adaptação pode se agudo (com duração de menos de seis meses) ou crônico (com duração de mais de seis meses). É importante lembrar que se os sintomas durarem mais de seis meses após o término do fator estressante, o quadro clínico não se enquadrará na definição de transtorno de adaptação. O diagnóstico da forma crônica só é adequado se o evento estressante ou mudança de vida for persistente. Além da classificação na forma aguda e crônica, existem seis subtipos de transtorno de adaptação que são classificados de acordo com os sintomas predominantes que o paciente estiver apresentando. Os seis subtipos são:
  • transtorno de adaptação com humor depressivo;
  • transtorno de adaptação com ansiedade;
  • transtorno de adaptação misto com ansiedade e humor depressivo;
  • transtorno de adaptação com distúrbio de conduta;
  • transtorno de adaptação misto com distúrbio de emoções e de conduta;
  • transtorno de adaptação não específico (pensamento problemático que não pode ser classificado em outros subtipos de transtorno de adaptação).

Causas

O transtorno de adaptação se desenvolve como uma reação a um evento estressante da vida ou uma grande mudança de vida. Eventos ou mudanças que podem causar o desenvolvimento do transtorno de adaptação são:
  • problemas conjugais;
  • problemas de relacionamento;
  • divórcio;
  • conflito familiar;
  • problemas de sexualidade;
  • problemas de saúde;
  • morte de um ente querido;
  • catástrofes inesperadas;
  • problemas financeiros;
  • mudanças no trabalho;
  • mudanças na escola;
  • mudança de casa;
  • grandes mudanças na vida;
  • mudanças gerais na vida;
  • eventos estressantes contínuos da vida.

Riscos

As pesquisas sobre a frequência da ocorrência do transtorno de adaptação são limitadas, embora se acredite que seja um distúrbio comum. Crianças e adultos de ambos os sexos sofrem deste distúrbio igualmente, mas não existe uma maneira de determinar quem desenvolverá um transtorno de adaptação após um fator estressante. Alguns fatores aumentam a suscetibilidade de desenvolver o distúrbio. Esses fatores são:
  • idade (adolescentes podem não conseguir lidar com fatores estressantes tão bem quanto os adultos);
  • falta de desenvolvimento emocional;
  • falta de flexibilidade para as mudanças da vida;
  • falta de bons mecanismos de defesa;
  • falta de habilidade social;
  • falta de um sistema de apoio;
  • experiências passadas;
  • outros problemas de saúde mental;
  • fatores genéticos;
  • inteligência.

Sintomas

Os sintomas de transtorno de adaptação variam de acordo com o subtipo. O paciente pode apresentar um ou mais dos seguintes sintomas se tiver o transtorno de adaptação:
  • agitação;
  • ansiedade;
  • excesso de preocupação;
  • dificuldade de concentração;
  • dificuldade para dormir;
  • sensação de impotência;
  • depressão;
  • conduta inapropriada;
  • evitar família e amigos;
  • pensamentos suicidas;
  • comportamento suicida;
  • tremor e tiques nervosos;
  • palpitações;
  • queixas físicas.

Diagnóstico

O médico fará perguntas para determinar se o paciente preenche os critérios para o diagnóstico de transtorno de adaptação. O paciente deve atender os seguintes critérios para receber o diagnóstico de transtorno de adaptação:
  • os sintomas devem ter se desenvolvido no período de três meses após o fator estressante;
  • os sintomas devem ser mais graves do que normalmente seria esperado como reação ao fator estressante e causa aflição, incapacidade social e incapacidade ocupacional;
  • os sintomas não foram causados ou exacerbados por outra doença;
  • os sintomas não fazem parte do luto e dor sofridos após a morte de um ente querido.

Tratamento

O objetivo do tratamento do transtorno de adaptação é aliviar os sintomas e ajudar o paciente a desenvolver mecanismos para enfrentar os problemas no futuro. As opções de tratamento para o transtorno de adaptação incluem:
Psicoterapia
A psicoterapia ajuda a identificar os fatores estressantes, a aprender mecanismos de enfrentamento e a obter apoio. As formas de psicoterapia são:
  • terapia individual;
  • terapia de controle do estresse;
  • terapia cognitivo-comportamental;
  • terapia de família;
  • terapia de grupo;
Medicamentos
O médico poderá prescrever medicamentos para ajudar a aliviar os sintomas juntamente com o aconselhamento psicoterápico. Os medicamentos são raramente utilizados como tratamento isolado para o transtorno de adaptação porque apenas aliviam temporariamente os sintomas, ao contrário da psicoterapia, que fornece alivio duradouro ou permanente dos sintomas. Os medicamentos que podem ser prescritos incluem:
  • medicamentos ansiolíticos;
  • medicamentos antidepressivos;
  • medicamentos antipsicóticos (raramente);
  • estimulantes (em caso de isolamento).

Prognóstico

A maioria dos adultos responde bem ao tratamento para o transtorno de adaptação e tem bom prognóstico em longo prazo, enquanto os adolescentes não respondem tão bem ao tratamento e podem desenvolver doenças psiquiátricas mais graves.

Prevenção

Não existe uma maneira garantida de prevenir o transtorno de adaptação. É possível reduzir o risco de desenvolver o distúrbio das seguintes maneiras:
  • buscar apoio da família e amigos;
  • conversar com profissionais de saúde se começar a se sentir estressado;
  • tentar ter uma atitude flexível em relação aos rumos da vida;
  • pensar positivamente;
  • manter um estilo de vida saudável (dieta saudável e exercícios).

Reações ao “stress” grave e transtornos de adaptação

CID 10
Reação Aguda ao Estresse está incluída nas F43 

Esta categoria difere das outras na medida que sua definição não repousa exclusivamente sobre a sintomatologia e a evolução, mas igualmente sobre a existência de um ou outro dos dois fatores causais seguintes: um acontecimento particularmente estressante desencadeia uma reação de "stress" aguda, ou uma alteração particularmente marcante na vida do sujeito, que comporta conseqüências desagradáveis e duradouras e levam a um transtorno de adaptação.
Embora fatores de "stress" psicossociais ("life events") relativamente pouco graves possam precipitar a ocorrência de um grande número de transtornos classificados em outra parte neste capítulo ou influenciar-lhes o quadro clínico, nem sempre é possível atribuir-lhes um papel etiológico, quanto mais que é necessário levar em consideração fatores de vulnerabilidade, freqüentemente idiossincráticos, próprios de cada indivíduo; em outros termos, estes fatores não são nem necessários nem suficientes para explicar a ocorrência e a natureza do transtorno observado.
Em contraste, para os transtornos reunidos aqui sob F43, admite-se que sua ocorrência é sempre a conseqüência direta de um "stress" agudo importante ou de um traumatismo persistente. O acontecimento estressante ou as circunstâncias penosas persistentes constituem o fator causal primário e essencial, na ausência do qual o transtorno não teria ocorrido. Os transtornos reunidos neste capítulo podem assim ser considerados como respostas inadaptadas a um "stress" grave ou persistente, na medida em que eles interferem com mecanismos adaptativos eficazes e entravam assim o funcionamento social.
F43.0 Reação aguda ao "stress"Resultado de imagem para transtornos de estresse agudo
Transtorno transitório que ocorre em indivíduo que não apresenta nenhum outro transtorno mental manifesto, em seguida a um "stress" físico e/ou psíquico excepcional, e que desaparece habitualmente em algumas horas ou em alguns dias. A ocorrência e a gravidade de uma reação aguda ao "stress" são influenciadas por fatores de vulnerabilidade individuais e pela capacidade do sujeito de fazer face ao traumatismo.
A sintomatologia é tipicamente mista e variável e comporta de início um estado de aturdimento caracterizado por um certo estreitamento do campo da consciência e dificuldades de manter a atenção ou de integrar estímulos, e uma desorientação. Este estado pode ser seguido quer por um distanciamento do ambiente (podendo tomar a forma de um estupor dissociativo - ver F44.2) ou de uma agitação com hiperatividade (reação de fuga). O transtorno se acompanha freqüentemente de sintomas neurovegetativos de uma ansiedade de pânico (taquicardia, transpiração, ondas de calor).

Os sintomas se manifestam habitualmente nos minutos que seguem a ocorrência do estímulo ou do acontecimento estressante e desaparecem no espaço de dois a três dias (freqüentemente em algumas horas). Pode haver uma amnésia parcial ou completa (F44.0) do episódio.

Quando os sintomas persistem, convém considerar uma alteração do diagnóstico (e do tratamento).
Choque psíquico
Estado de crise
Fadiga de combate
Reação aguda (à) (ao):
· crise
· "stress"
F43.1 Estado de "stress" pós-traumático
Este transtorno constitui uma resposta retardada ou protraída a uma situação ou evento estressante (de curta ou longa duração), de natureza excepcionalmente ameaçadora ou catastrófica, e que provocaria sintomas evidentes de perturbação na maioria dos indivíduos. Fatores predisponentes, tais como certos traços de personalidade (por exemplo compulsiva, astênica) ou antecedentes do tipo neurótico, podem diminuir o limiar para a ocorrência da síndrome ou agravar sua evolução; tais fatores, contudo, não são necessários ou suficientes para explicar a ocorrência da síndrome.
Os sintomas típicos incluem a revivescência repetida do evento traumático sob a forma de lembranças invasivas ("flashbacks"), de sonhos ou de pesadelos; ocorrem num contexto durável de "anestesia psíquica" e de embotamento emocional, de retraimento com relação aos outros, insensibilidade ao ambiente, anedonia, e de evitação de atividades ou de situações que possam despertar a lembrança do traumatismo.
Os sintomas precedentes se acompanham habitualmente de uma hiperatividade neurovegetativa, com hipervigilância, estado de alerta e insônia, associadas freqüentemente a uma ansiedade, depressão ou ideação suicida. O período que separa a ocorrência do traumatismo do transtorno pode variar de algumas semanas a alguns meses. A evolução é flutuante, mas se faz para a cura na maioria dos casos. Em uma pequena proporção de casos, o transtorno pode apresentar uma evolução crônica durante numerosos anos e levar a uma alteração duradoura da personalidade (F62.0).
Neurose traumática

F43.2 Transtornos de adaptação
Estado de sofrimento e de perturbação emocional subjetivos, que entravam usualmente o funcionamento e o desempenho sociais. ocorrendo no curso de um período de adaptação a uma mudança existencial importante ou a um acontecimento estressante. O fator de "stress" pode afetar a integridade do ambiente social do sujeito (luto, experiências de separação) ou seu sistema global de suporte social e de valor social (imigração, estado de refugiado); ou ainda representado por uma etapa da vida ou por uma crise do desenvolvimento (escolarização, nascimento de um filho, derrota em atingir um objetivo pessoal importante, aposentadoria). A predisposição e a vulnerabilidade individuais desempenham um papel importante na ocorrência e na sintomatologia de um transtorno de adaptação; admite-se, contudo, que o transtorno não teria ocorrido na ausência do fator de "stress" considerado. As manifestações, variáveis, compreendem: humor depressivo, ansiedade, inquietude (ou uma combinação dos precedentes), sentimento de incapacidade de enfrentar, fazer projetos ou a continuar na situação atual, assim como certa alteração do funcionamento cotidiano.

Transtornos de conduta podem estar associados, em particular nos adolescentes. A característica essencial deste transtorno pode consistir de uma reação depressiva, ou de uma outra perturbação das emoções e das condutas, de curta ou longa duração.

Choque cultural
Hospitalismo da criança
Reação de luto

Exclui:
transtorno ligado à angústia de separação na infância (F93.0)

F43.8 Outras reações ao "stress" grave

F43.9 Reação não especificada a um "stress" grave

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Vitamina D – Para que serve, fontes em alimentos, seus benefícios e deficiência

Treino Mestre Dietas e Nutrição Comentários

Todos sabem da importância da vitamina D no nosso organismo. Mas você sabe por que ela é tão importante? Em quais alimentos podemos encontrá-la? Leia a seguir e tire essas e outras dúvidas.

Vitamina D

Para que serve?

Você sabia que a Vitamina D (Hormônio Colecalciferol) é tão importante para o organismo dos seres humanos que é necessário que um adulto saudável consuma, em média, cinco microgramas por dia? Ou então, que a adquira através da exposição ao sol por vinte minutos (sem protetor solar)?
É sabido que as vitaminas são de extrema importância para a saúde do nosso organismo. Com a Vitamina D, não seria exceção. Dente alguns de seus benefícios, esta vitamina favorece a absorção de cálcio, fortalecendo assim os ossos e os dentes, além de evitar doenças graves, como o raquitismo e a osteoporose. Além disso, diminui o risco de doenças cardíacas, combate a enxaqueca e a tensão pré-menstrual (popularmente chamada de TPM).
A vitamina D se caracteriza por ser um precursor hormonal esteroide lipossolúvel, fundamental ao corpo humano e a sua falta pode gerar várias complicações. Pois, a vitamina D é responsável pelo controle de 270 genes, a incluir células que integram o sistema cardiovascular.
A fonte principal para produzir a vitamina ocorre através da exposição ao sol, já que os raios ultravioletas de tipo B, UVB, ativam a síntese de tal substância.
Há alimentos, em especial peixes gordos, que se resumem fontes da vitamina D, porém o sol possui a responsabilidade de 80 a 90% da vitamina recebida pelo corpo.  E ainda pode ter produção no laboratório e administração em forma de suplemento, na situação de haver deficiência e para prevenir e tratar várias doenças.

5 Benefícios com comprovação da Vitamina D

1 – Fortalecimento dos Ossos
Esta vitamina é essencial para o cálcio ser absorvido por ossos. Os indivíduos com deficiência da vitamina D alcançam aproveitamento de até 30% menos do cálcio com proveniência do cardápio.
O cálcio é responsável pelos ossos e dentes fortalecidos. A deficiência de tal nutriente pode gerar raquitismo em crianças, e osteoporose para adultos. O exemplo da relevância da associação das duas substâncias é que sempre que há recomendação de suplementação do cálcio, isso é feito junto à vitamina D, para atuação em absorver o mineral.
A pesquisa realizada por Universidade de Zurique, contando com 40.000 indivíduos de mais de 65 anos de idade, percebeu que a suplementação desta vitamina diminui em 20% o risco para fraturas em quadril, e mais áreas, excluindo a coluna vertebral.
2 – Proteção do Coração
A vitamina D tem participação em controlar contrações do músculo cardíaco, importantes para bombeamento de sangue ao corpo. E, a mesma possibilita relaxamento de vasos sanguíneos, e tem influência em produzir hormônio regulador de pressão arterial principal, renina.
A vitamina D faltando pode ocasionar cálcio acumulado em artéria, contribuindo para risco de composição das placas. Com todos estes pontos, as chances de desenvolvimento das enfermidades cardiovasculares, sendo exemplo, insuficiência cardíaca, infarto e derrame são superiores em indivíduos que apresentam deficiência desta vitamina.
A pesquisa realizada com 50.000 homens por Harvard School of Public Health por 10 anos notou que os que apresentavam deficiência de vitamina D, tinham duas vezes mais riscos para sofrer do ataque cardíaco, em comparação com os homens que não apresentavam a deficiência.
3 – Segurança na Gravidez
A vitamina D é de grande importância para as grávidas. No trimestre inicial a ausência desta vitamina pode acarretar abortos. Nas situações de abortos múltiplos no começo da gestação, é possível que o sistema imunológico da gestante esteja apresentando rejeição a implantar o embrião.
Já que a vitamina D tem atuação no sistema imunológico, a mesma pode solucionar tal problema. E, no fim da gestação, a falta da vitamina D pode gerar pré-eclâmpsia, enfermidade em que a mãe desenvolve hipertensão. Pois, tal substância tem influência em produzir renina, hormônio principal para regular pressão arterial.
A ausência da vitamina D ainda eleva as chances do bebê apresentar autismo, já que esta vitamina tem importância ao desenvolvimento do cérebro do pequeno.
Uma pesquisa com publicação em The American Journal of Clinical Nutrition realizada com quantidade superior a 1000 grávidas, notou que quando a mulher consome vitamina D, as chances de o bebê ter desenvolvimento de complicações respiratórias reduzem.
Mais um estudo realizado pela Universidade da Carolina do Sul, Estados Unidos, apresentando 500 grávidas percebeu que o suplemento desta vitamina faz prevenção de complicações como parto prematuro, infecções e diabetes gestacional.
4 – Favorável para Prevenção e Controle de Diabetes
O fato de a vitamina D ter influência para produzir renina é ainda favorável para prevenção de diabetes, já que a ausência de tal substância contribui para a enfermidade. E, a produção da insulina por pâncreas exige que a vitamina D participe.
Já que diabetes tipo 1 se caracteriza doença autoimune, esta vitamina se torna favorável por se resumir imunoregulador, que faz inibição de forma seletiva do tipo de resposta imunológica que gera a reação frente ao próprio organismo.
Um estudo feito por Institute of Child Health, Inglaterra, fez acompanhamento de 10.000 crianças da Finlândia, a partir do nascimento, e notou que as crianças que tiveram recebimento regular de suplementos da vitamina, apresentaram 90% menos risco para desenvolvimento de diabetes tipo 1.
5 – Favorável aos Músculos
A vitamina D favorece a força muscular, assim, sua falta acarreta perder tal força e aumento da chance de quedas e fraturas. Uma pesquisa realizada por Universidade de Zurique com indivíduos com mais de 65 anos de idade, fez observação que a ingestão da vitamina D pode reduzir chance das quedas em 19%.
Este hormônio ainda ajuda no controle do crescimento celular, manutenção da função neuromuscular, melhora o funcionamento do sistema imunológico e reduz inflamações.

Sintomas de baixa concentração de Vitamina D no organismo

Quando há baixa concentração de desta vitamina no organismo, há a aparição de alguns sintomas, como por exemplo: diminuição de fósforo e cálcio no sangue, irritabilidade, inquietação, anorexia, suor excessivo (em algumas crianças), osteoporose (nos idosos), raquitismo, pernas tortas, fraqueza muscular.
Além de tudo isso, o sistema imunológico pode ficar enfraquecido, aumento do risco de desenvolver alguns tipos de câncer, diminuição do crescimento e queda de cabelo.
A Falta de Vitamina D pode resultar no ganho de peso
A Falta de Vitamina D pode engordar! A escassez dessa vitamina no organismo pode prejudicar a produção de insulina e sobrecarregar o pâncreas, o que resulta no aumento do apetite e consequentemente elevar o peso.

Quantidade recomendada da Vitamina D e efeitos colaterais

De acordo com vários estudos feitos, entre estes um estudo proveniente da Universidade do Wisconsin, Estados Unidos, e o estudo de Universidade de Toronto, no Canadá, a recomendação aos indivíduos com peso superior a 50 quilos é ingerir entre 5.000 e 10.000 unidades da vitamina D. O mesmo tem coerência às grávidas e lactantes.
Na situação de crianças, a indicação é consumir até 1000 unidades da vitamina D para cada 5 quilos em relação ao peso. Assim, como exemplo, a criança pesando 30 quilos, pode consumir até 6000 unidades desta vitamina.
A deficiência da vitamina D pode gerar vários problemas de saúde. A ausência da mesma eleva o risco de complicações cardíacas, câncer, gripe, resfriado, osteoporose, e enfermidades autoimunes, sendo exemplo, esclerose múltipla e diabetes tipo 1.
Nas mulheres gestantes, a deficiência desta vitamina eleva o risco do aborto, contribui para pré-eclâmpsia, e aumenta riscos de a criança se caracterizar autista.  
 Em relação aos efeitos colaterais, na situação de ingerida dentro das porções de recomendação, a vitamina D não apresenta efeitos colaterais. No entanto, quando consumida excessivamente, pode ser prejudicial aos rins por gerar absorção do cálcio aumentada. Assim, é essencial que a ingestão além da recomendação de tal vitamina seja realizada com orientação médica.
Exames para medir a quantidade de Vitamina D no sangue
O exame utilizado para tal se chama vitamina D 25- hidroxi, 25- OH vitamina D ou então calcidiol 25- hidroxicolecalciferol.
É recomendado que se faça um jejum de quatro horas antes da realização deste exame. Os seus valores de referência são 30 a 74 mg/mL.

Saiba quais são as fontes da Vitamina D

alimentos ricos em vitamina d
Apesar de a vitamina ser encontrada em itens de origem animal, tais alimentos não têm a porção de vitamina D necessária ao organismo. Assim, para que a carência da substância seja evitada, é indicado se expor de 15 a 20 minutos ao sol diariamente.
Os braços e pernas devem ter exposição, já que a quantidade da vitamina D que terá absorção é de acordo com a quantidade de pele em exposição. Com a exposição ao sol para obtenção da vitamina D é essencial não usar o filtro solar.
Para melhor entendimento, o protetor fator 8 faz inibição da retenção desta vitamina em 95%, e um fator superior a isso, de modo prático vai zerar produzir tal substância. Para que o câncer de pele seja evitado, depois de 15 a 20 minutos de recomendação para obtenção da vitamina, aplicar o protetor solar sem falta.
As janelas também são empecilho para absorver vitamina D. Já que os raios ultravioletas de tipo B, UVB, com capacidade de ativação da síntese desta vitamina, não são capazes de passar pelos vidros.
Expor-se ao sol de forma recomendada gerará as 10 mil unidades da vitamina D. A exposição ao sol vai gerar quantidades boas da substância, e então é essencial que a necessidade da pessoa tenha análise pelo profissional da saúde, com objetivo de determinar se somente o sol é suficiente ou se há necessidade de cardápio rico na substância ou suplementação.
Todos os alimentos que se caracterizam fontes da vitamina D se resumem de origem animal, já que as fontes vegetais não são capazes de fazer síntese da vitamina da forma como itens provenientes de animais.
Até o alimento com as superiores quantidades da substância, salmão, apresenta apenas 6.85% de necessidades diárias da vitamina D, em quantidade de 100 gramas. Assim, se expor ao sol é essencial para que a carência do nutriente seja evitada.
Em relação aos alimentos que apresentam vitamina D, o atum (100 gramas), tem 227 unidades da vitamina D, sendo 2.27% do valor diário da vitamina. Os valores para sardinha (100 gramas), respectivamente são, 193 unidades, e 1.93%; o ovo (uma unidade) apresenta 43.5 unidades e porcentagem do valor diário da vitamina D de 0.43.
O queijo cheddar, 50 gramas, apresenta 12 unidades, e porcentagem de 0.12. A carne bovina, em 100 gramas, apresenta 15 unidades, e porcentagem de 0.15.

 Outros alimentos ricos em Vitamina D

  • Bife de fígado – Além de ser uma ótima fonte de ferro, a cada 100 g de bife de fígado, ele ainda fornece 42 IUs de vitamina D;
  • Óleo de fígado de bacalhau – concentração variada da vitamina. Verificar a fórmula antes de comprar, em média 13,5 g possui 520 IUs de vitamina D;
  • Peixes – Como dito anteriormente, vários tipos podem ser exemplos de alimentos ricos em Vitamina D. Prefira-os comer ainda crus e gordos, pois possuem ainda mais vitaminas do que cozidos e magros. Alguns exemplos são o Atum e sardinha enlatada e salmão;
  • Ostras – Também são uma excelente fonte de Vitamina D. Em 100 g de ostras cruas, pode ser encontrando 320 IUs de Vitamina D;
  • Produtos lácteos fortificados – ricos em cálcio. Verifique os rótulos para quantidades exatas;
  • Gema do ovo – A gema do ovo é uma ótima fonte de Vitamina D e também fonte de aminoácidos, proteínas e vitamina B12. A Cada gema de ovo, é encontrado 37 IUs de vitamina D;
  • Suco de laranja – Além de ser rico em cálcio, o suco de laranja é uma ótima fonte de vitamina D, em 200 ml do suco, pode ser encontrado de 88 até 150 IUs de vitamina D.

Suplementação da Vitamina D e seu preço

preço suplemento de vitamina d
Os suplementos da vitamina D podem ter utilização na situação da constatação da carência da substância ou em tratar determinadas enfermidades. A ausência do nutriente tem constatação depois do exame de sangue.
É essencial ressaltar que suplementos apenas podem ser ingeridos depois de receber orientação profissional ao consumo destas doses a mais. Em determinados tratamentos, as superdoses são orientadas da vitamina D, assim, uma porção além do que é geralmente indicado. 
Nestas situações, a ingestão é sempre realizada segundo orientação médica, com necessidade de fazer observação do quanto de cálcio e líquidos o indivíduo irá consumir, sendo que a ingestão do mineral é possível de necessitar ser diminuída e a de líquidos elevada. Os indivíduos mais velhos têm produção menor da vitamina D.
Isso como resposta para exposição solar por fatores metabólicos associados com idade. A porção da substância produzida no indivíduo com 70 anos é na média, um quarto da que tem síntese pelo jovem aos 20 anos de idade. Assim, é positivo que idosos dialoguem com médico acerca da possibilidade de ingerir suplementos desta vitamina.
Em uma breve pesquisa na internet para verificarmos o preço da Vitamina D, constatamos que o valor da embalagem pode variar muito em relação ao fabricante, quantidade por cápsula e por frasco. Na embalagem contendo 60 cápsulas com 5000 IU em cada cápsula, seu preço ficou em torno de R$29,00. Já a embalagem contendo 120 cápsulas de 5000 IU por cápsula, seu preço ficou em torno de R$47,00.Sobre Treino Mestre
Artigos assinados pelo Treino Mestre são escritos pela nossa equipe de profissionais de Educação Física, Nutricionistas, Fisioterapeutas, Atletas e demais colaboradores ligados a saúde e ao esporte.

17 Remédios para emagrecer que são naturais e não prejudicam a saúde


Nesse artigo você irá conhecer 17 remédios naturais que emagrecem se tomados de forma correta e aliados a uma dieta equilibrada.

Perder peso e aquelas gorduras localizadas é o que muita gente quer e passa um longo tempo correndo atrás. Ter uma dieta balanceada, ou seja, que você coma a quantidade necessária de comidas saudáveis, e fazer exercícios físicos de maneira regular são essenciais para ver os números da balança reduzindo. Além do mais, você melhora a sua saúde de maneira global já que uma boa alimentação e exercícios diários interferem positivamente em todos os sistemas do corpo.
remédios naturais para emagrecer
Na corrida contra a balança é muito comum ver pessoas recorrendo aos famosos suplementos termogênicos. Eles são amplamente conhecidos por aumentar a temperatura do organismo, acelerar o metabolismo e ter efeitos rápidos na perda de gordura e emagrecimento. O problema com esses termogênicos feitos em laboratório é que costumam causar muitos efeitos adversos como taquicardia, irritação, tontura, náuseas, entre outros.
Por esses motivos, muitas pessoas estão dando preferência ao remédio para emagrecer que seja natural, sem comprometer a saúde e ainda alcançar a tão desejada perda de peso. Eles oferecem menos riscos para a saúde, são fáceis de serem encontrados e o melhor de tudo, são muito mais baratos. Veja agora quais são os mais procurados no mercado e como eles agem no nosso corpo.

 17 remédios naturais para emagrecer rápido

kouboKoubo
Feito a partir de extrato de cacto, ele consegue oferecer um efeito emagrecedor significativo. Ele aumenta a sensação de saciedade, possui efeito diurético e antioxidante. Como se pode ver é um excelente remédio natural para limpar o corpo de toxinas. O grande diferencial do koubo é que ele se encaixa perfeitamente para aquelas pessoas que não aguentam passar um dia sem comer um doce. Ele tem ação antioxidante e aumenta a liberação de glucagon, um hormônio responsável por usar as nossas reservas energéticas, principalmente no tecido adiposo.
pholia magraPholia Magra
Essa erva ajuda a reduzir a fome e ainda auxilia na queima de calorias. Ela é indicada especialmente para aquelas pessoas que não gostam de praticar exercícios físicos. Apesar de não ser mais famosa na Europa e nos Estados Unidos, a Pholia Magra é uma planta nativa. Os seus efeitos para a perda de gordura são tão eficazes que ganhou o apelido de “erva antibarriga”. Um dos principais compostos da planta é a cafeína, que pode ser um dos seus segredos para acelerar o metabolismo e conseguir excelentes resultados. Ela pode ser encontrada em cápsula em aliadas às balas de colágeno e só podem ser vendidas com a receita de um médico ou nutricionista.
Pholia NegraPholia Negra
Esta planta consegue ser um potente emagrecedor inibindo a fome do indivíduo. Ele faz com que a digestão se torne mais lenta e assim o estômago ficará cheio por mais tempo. É ideal para aquelas pessoas que possuem o péssimo hábito de comer em grande quantidade, repetindo a refeição. A recomendação é tomar dois comprimidos de 100 mg duas vezes ao dia, pelo menos 15 minutos antes das refeições principais.
Spirulina para emagrecer rápido
SpirulinaA Spirulina tem se destacado nós últimos anos e é considerada também um remédio para emagrecer 100% natural. Além de auxiliar na perde de peso, ela ajuda a reduzir o colesterol, tem ação anti-inflamatório, combate a anemia porque é rica em ferro e também em proteínas, ideal para quem deseja ganhar massa muscular. Nesse artigo você pode tirar maiores dúvidas de onde comprar, todos os benefícios e como tomar a spirulina corretamente.
PommeprotePommeprote
Funciona aumentando a saciedade e consegue reduzir a ingestão de alimento em até 44%. Esse remédio natural é indicado para pessoas que sofrem com a compulsão por comida. Um bom exemplo são os ataques à geladeira de madrugada. Você encontrará o pommeprote em forma de gomas como jujubas em vários sabores. O ideal é mastigar uma 30 minutos antes das refeições ou no momento em que você sentir muita fome.
Casiolamin para emagrecerCasiolamin
Também chamada de Cassiolamina, essa substância vem de uma leguminosa de região tropical, mais encontrada na África e na Ásia. Ela age diretamente no metabolismo das gorduras, reduzindo a ação da lipase e impedindo que a gordura dos alimentos seja quebrada e armazenada no tecido adiposo. Ela consegue inibir que até 30% da gordura não seja absorvida pelo organismo.
Piruvato de cálcioPiruvato de cálcio
Indicado para quem pratica exercícios físicos, especialmente a musculação, o piruvato de cálcio consegue coletar grande quantidade de açúcar que está circulando na corrente sanguínea e encaminhá-la para os músculos. Esse mecanismo acontece um pouco antes da prática dos exercícios e isso aumenta a resistência, melhorando o seu desempenho. Ele também aumenta o metabolismo fazendo com que o corpo gaste mais energia do que o normal.
cha verdeChá verde
Já bastante conhecido, o chá verde tem como substância base a cafeína, que acelera o metabolismo e o gasto calórico. Além de auxiliar na perda de peso, ela é rica em antioxidantes e dessa forma consegue eliminar os radicais livres do corpo. Você deve consumir no máximo 600 ml de chá verde ou 5 xícaras por dia. Você deve fazer uma infusão com duas colheres de sopa das folhas em 600 ml de água. Armazene uma garrafa térmica e beba durante o dia.
Advantra ZAdvantra Z
É termogênico extraído de uma fruta conhecida como Laranja Amarga. A advantra Z consegue fazer tudo o que um termogênico fabricado em laboratório faz sem os efeitos colaterais indesejados como a alteração dos batimentos cardíacos ou elevação da pressão arterial. É ótima para os praticantes de musculação porque reduz a ação do catabolismo nos músculos. Por isso, também é indicada para quem quer definição muscular.
FaseolaminaFaseolamina
A faseolamina é uma glicoproteína encontrada no feijão branco e que tem como principal mecanismo de ação a inibição da enzima alfa-amilase. Esta, tem como função principal a transformação do amido em glicose (carboidratos), que posteriormente, será transformado em gordura e armazenado no tecido adiposo. Você pode consumir a substância diretamente pelo feijão cozinho, em farinha ou em cápsula, pelo menos meia hora antes das refeições principais. Uma colher de chá da farinha misturada com um pouco de água já é o bastante para ver os seus efeitos.
CarallumaCaralluma
Quer perder 3 kg por semana? A caralluma possui o seu princípio ativo extraído do cacto, tem a promessa de oferecer sensação de saciedade rapidamente, inibindo a fome. Também promove maior disposição e inibe a absorção dos carboidratos contidos nos alimentos. Os exercícios em conjunto com uma dieta balanceada com a caralluma consegue eliminar até 3 kg em uma semana. Uma cápsula de 300 mg uma hora antes das refeições principais já é o suficiente.
suco abacaxi diureticoDiuréticos
Possuem como principal função eliminar líquido do organismo e com ele, as toxinas que ingerimos nos alimentos. Muitas pessoas retém líquido por causa do consumo excessivo de sódio encontrado em alimentos como os embutidos (presunto, mortadela) e enlatados (azeitonas, palmito, atum, sardinha). Os diuréticos de alça são os mais indicados, pois inibem o organismo de reabsorver o sódio que está prestes a ser eliminado. Não se esqueça de beber muita água e outros líquidos para não sofrer com a desidratação. Um bom exemplo natural de diuréticos é o suco de abacaxi.
suco e farinha de berinjela emagreceSuco e farinha de berinjela
A berinjela consegue oferecer inúmeros benefícios para o organismo além da perda de peso. Ela ajuda a queimar calorias e ainda reduz o apetite. Você pode encontrar em lojas de produtos naturais a farinha em saquinhos ou então em cápsula. Os valores são em conta e variam entre 15 e 30 reais dependendo do tipo que você prefere. Uma colher de sopa de farinha deve ser usada duas vezes por dia, nas principais refeições acompanhando um alimento.
AffinatoAffinato
É um remédio natural extraído da quitosana, uma substância produzida a partir do exoesqueleto de crustáceos. Essa substância impede a absorção da gordura dos alimentos e assim, auxilia na perda de peso. Mas atenção! Pessoas que são alérgicas a frutos do mar não devem consumir o affinato, ainda que ele seja um produto natural. A recomendação é tomar 1 cápsula 2 horas antes do almoço com água.
agua gelada emagreceÁgua
É isso mesmo que você leu. A água pode te ajudar a perder alguns quilos evitando que você coma mais. Além de ser vital para o bom funcionamento dos sistemas do corpo. Tomar um copo de água antes das principais refeições e antes dos lanches é uma forma de comer menos. Como o estômago já está parcialmente cheio de água, a sensação de saciedade não demorará a chegar e a tendência é comer menor do que o habitual.
Ao ingerirmos água gelada, o corpo entre num processo chamado de termogênese para poder aumentar a temperatura, esse processo demanda energia, o que ajuda a queimar calorias, com isso, podemos afirmar que tomar água gelada contribui para o emagrecimento!
vinagre de macaVinagre de maçã
Apesar de não ter pesquisas e estudos que confirmem os benefícios do vinagre de maçã, os seus benefícios são passados de uma pessoa para outra e rapidamente o seu consumo tomou grandes proporções. Ele ajuda no controle dos níveis de açúcar no sangue e ajuda a inibir o apetite. Existem duas formas comuns de consumo: acrescentar duas colheres de sopa na salada ou diluir em um copo de água.
smoothie verde desintoxicante e emagreceSmoothie verde
Na verdade, esse remédio natural é um mix de verduras e hortaliças. Ele combina couve, espinafre, salsa e algumas frutas como a maçã verde, banana e morango. Eles ajudam na verdade de peso, pois a quantidade significativa de fibras encontradas ajuda a trazer maior saciedade. Além do mais, esses alimentos possui vitaminas importantes para o bom funcionamento do organismo.

Remédio para emagrecer rápido, quais os resultados?

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